7 erros ao falar de preço na clínica ou hospital veterinário 

Saiba como corrigir cada um

O cliente fez a famosa pergunta: “quanto custa a consulta?”. Recebeu “R$160” como resposta e sumiu. Você sabia que, nesses casos, o problema raramente é o preço? 

Hoje vamos falar sobre o que foi (ou não foi) feito antes de revelar o valor. Continue a leitura para entender por que o responsável acha caro, quais erros causam isso e como solucioná-los. 

A forma de falar de preço define o faturamento 

Precisamos entender que antes de chegar até você, a maioria dos responsáveis já fez pesquisas no Google, Instagram e WhatsApp de outras clínicas ou hospitais veterinários. Eles já têm em mente uma média de valor. 

Por isso a pergunta sobre o preço costuma ser a primeira e, também por isso, a primeira conversa tende a ser decisiva. Aí entra a relevância do tema: a conversa já se inicia com uma das objeções mais frequentes nos negócios veterinários. 

Pesquisas internas, feitas pela EvolueVet, revelam que 2 em cada 5 dos nossos clientes tinham o preço como principal objeção. Nesses casos, estratégias específicas e integradas são adotadas para que a questão seja resolvida, sem necessidade de redução de preço. 

Mas antes de entender as soluções, vamos aprender a identificar os sinais e os problemas. 

A objeção “está caro”: o que ela realmente quer dizer 

“Caro” é a palavra usada quando o preço é maior do que o valor percebido. Essa palavra não diz respeito ao número absoluto. O que isso quer dizer?

Na maioria das vezes, há quatro motivos principais por trás dessa resistência: 

  • Falta de entendimento: o cliente não consegue perceber tudo o que está incluso.
  • Comparações equivocadas: o responsável soube do valor da consulta separadamente e se assusta ao ver o valor da consulta com exames. 
  • Falta de confiança: clientes novos que nunca utilizaram o serviço e ainda não conhecem a qualidade. 
  • Limitações financeiras reais: nesse caso, fale sobre condições de pagamento e parcelamento, sem insistir. 

Precisa ficar claro que a ideia de valor é essencialmente construída. O que constrói (ou destrói) essa noção é a comunicação. 

Os principais erros ao falar de preço e como corrigir cada um 

Saber onde você está errando é o primeiro passo para começar a resolver o problema. Pensando nisso, preparamos uma tabela que mostra os 7 principais erros ao comunicar valor e formas de corrigi-los. 

Confira abaixo: 

Erros Como corrigir 
Responder apenas o númeroEx: “R$160” Antes de apresentar o preço, mostre tudo o que está incluso 
Fugir da pergunta gera desconfiança
Ex: “Só passamos o preço presencialmente” 
Apresente a média do valor e explique quais são as variantes, como porte, peso, etc
Oferecer desconto logo de cara é admitir desvalorização do serviçoReforce os benefícios e ofereça condições melhores de pagamento
Utilizar linguagem técnica: o responsável não entende pelo que está pagandoTraduza termos técnicos pelos benefícios à vida do pet 
Cada pessoa da equipe fala uma coisaCrie um padrão com script para todos
Orçamento sem detalhamento e surpresas na conta final Utilize orçamento por itens, avise de possíveis variações 
Demorar para responder, o responsável fecha com quem respondeu primeiro Defina um tempo de resposta e use agente de IA fora do horário 

Além de tudo isso, a dica de ouro é ter uma precificação transparente. Na prática, é possível utilizar uma estrutura simples. 

Passo 1: acolher → Passo 2: entender o caso → Passo 3: explicar o que está incluso → Passo 4: informar o valor → Passo 5: propor o próximo passo (inclui agendamento, condições de pagamento, etc). 

E lembre-se: transparência significa ter clareza sobre o que se paga. Isso é muito diferente de simplesmente enviar uma tabela de preços. 

Comunicação alinhada em todos os canais

Nada acontece de forma isolada. O cliente tem a percepção de valor construída em cada ponto de contato. Se as suas redes sociais vendem excelência mas o seu atendimento responde só o básico, a promessa se quebra. 

Nesse caso, a ideia é que as estratégias sejam criadas de forma conjunta: 

  • Redes sociais: bastidores, estrutura, equipe e casos. Educar sobre o que está por trás de um procedimento.
  • Google (perfil da empresa, site, anúncios, avaliações): informações completas e atualizadas, respostas às avaliações, anúncio coerente com a experiência real.
  • WhatsApp e telefone: primeira impressão de atendimento; padrão de resposta, tom e agilidade.
  • Recepção: acolhimento, ambiente adequado, cuidado em como o orçamento é apresentado.
  • Consultório: explicação de diagnóstico e tratamento de forma que o responsável entenda o porquê de cada item.
  • Pós-atendimento: retorno, acompanhamento, lembretes. Reforça que o valor pago foi bem empregado.

Além das estratégias, é possível medir se a comunicação está funcionando por meio de indicadores básicos, como taxa de conversão de contatos em agendamentos, taxa de aprovação de orçamentos, tempo médio de resposta e avaliações que citam atendimento. 

Conciliar tudo isso parece difícil? 

Sabemos que o foco da sua preocupação e energia são dedicados aos seus pacientes. Enquanto você se dedica à sua vocação, a EvolueVet pode ajudar a sua clínica ou hospital veterinário a comunicar valor. 

Fazemos isso por meio de treinamentos comerciais, que ajudam a equipe a conduzir conversas sobre preço, lidar com objeções e apresentar orçamentos. Realizamos auditoria de conversas no WhatsApp, com análise das conversas reais, identificação de onde ocorreu a desistência, relatório com pontos de melhoria e acompanhamento da evolução. 

Além disso, alinhamos o restante dos canais, incluindo redes sociais, tráfego pago e Google, comunicando o mesmo valor que o atendimento entrega. Por fim, oferecemos também CRM e agente de IA para não perder contatos fora do horário. 

Como maior agência de marketing veterinário do Brasil, a EvolueVet está pronta para ajudar você a apresentar o valor real do seu serviço, e não apenas o preço. Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais. 

Você também pode gostar

Desenvolvido por EvolueVet© evoluevet.com